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Alerta

El Niño superforte pode provocar calor extremo, seca e tempestades em Minas Gerais

Defesa Civil Estadual monitora cenário para a primavera e o verão 2026/2027; temperaturas podem atingir níveis elevados e causar grandes impactos.

Publicado em 20/10/2026 às 20:53

O fenômeno El Niño pode trazer calor intenso, períodos de estiagem, chuvas irregulares e tempestades para Minas Gerais nos próximos meses. Segundo informações atribuídas à Defesa Civil Estadual, há mais de 90% de probabilidade de o específico atingir a categoria “superforte”. Diante desse cenário, o órgão monitora as previsões para a primavera e o verão de 2026/2027 e prepara medidas preventivas para reduzir riscos à população e prejuízos em 853 municípios mineiros.


Entre outubro e dezembro, as temperaturas médias podem atingir os maiores níveis dos últimos 30 anos, conforme as projeções do Estado.


A Zona da Mata está entre as regiões que desativam a atenção


Na Região Metropolitana de Belo Horizonte e na Zona da Mata, a questão envolve a possibilidade de tempestades localizadas e intensas. Nessas áreas, as características da relevo e a ocupação de encostas aumentam os riscos de penetração do solo durante episódios de chuva forte.


A alternância entre períodos secos e chuvas intensas também pode afetar o abastecimento de água e a pressão dos reservatórios. A irregularidade das precipitações representa um desafio para diferentes setores da economia mineira, especialmente a agropecuária.


Agricultura, pecuária e energia podem ser afetadas


Na agricultura, os períodos prolongados sem chuva podem comprometer o desenvolvimento das culturas e prejudicar as safras. Já na pecuária, a redução da disponibilidade de água e pastagens pode provocar perda de peso dos animais e aumentar os custos de produção.


O setor energético também está entre os pontos de atenção, devido aos possíveis impactos sobre a geração hidrelétrica e ao risco de interrupções no fornecimento de energia durante as vendas.


Defesa Civil reforça a prevenção


Diante das possíveis condições ambientais, o monitoramento e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para reduzir os impactos de eventos extremos. A população deve acompanhar os alertas oficiais, evitar áreas de risco durante tempestades e observar sinais de movimento de terra, como rachaduras nas paredes e no solo.


Em caso de chuvas intensas, a orientação não é atravessar ruas alagadas nem se aproximar de córregos e rios com correnteza elevada.


As revisões para os próximos meses ainda podem sofrer alterações, por isso é importante acompanhar as atualizações dos órgãos oficiais de meteorologia e da Defesa Civil.

Fonte: Portal G1

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